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Show do músico Rubel



Quando: 23 Junho 2018, sábado, às 21 horas
Onde: Teatro Ademir Rosa (CIC)
Endereço: Av. Governador Irineu Bornhausen, 5600 - Agronômica
Quanto: R$60 inteira e R$30 meia-entrada
Evento no FB: www.facebook.com/events/588644904849467

Dia 23 de junho de 2018, sábado, às 21h, no Teatro Ademir Rosa, o cantor e compositor Rubel faz o show de lançamento de seu segundo e aguardado disco “Casas” (Dorileo/Natura Musical).

Com cenário de Luisa Pollo e iluminação de Vicente Baka, Rubel (voz e violão) sobe no palco acompanhado por Antônio Guerra (teclado e piano), Gui Held (guitarra), Bubu Silva (trompete), Pablo Arruda (baixo) e Pedro Fonte (bateria).

No repertório, as novas canções “Partilhar”, “Mantra” e “Colégio”, além dos sucessos “O velho e o mar” e “Quando bate uma saudade”.

Ingressos online no link: www.maisshows.com/rubel-em-florianopolis

Sobre Rubel

“O que fazer após lançar um álbum despretensioso, que foi ganhando força graças ao boca a boca na internet e a um tocante videoclipe assistido mais de 16 milhões de vezes, e movimentou plateias numerosas em várias cidades do país, com direito a um Circo Voador abarrotado no arremate da turnê? Rubel responde a essa indagação com Casas (Dorileo/Natura Musical), sucessor de Pearl, a estreia que motivou todo o carrossel de emoções descrito acima. Aquelas sete canções que variavam entre a MPB e o folk, gravadas num estúdio caseiro no Texas (com destaque para “Quando Bate Aquela Saudade”, a do clipe), deram uma inesperada projeção ao cantor e compositor carioca de 26 anos. Ele agora entrega o novo capítulo, que vem com um belo twist no roteiro – e, atenção para o spoiler, os personagens Emicida e Rincon Sapiência são parte importante na história.
Contemplado pelo edital Natura Musical na categoria voto popular, Casas não é fruto de acasos e acidentes como Pearl. A começar pelo fato do novo trabalho ter sido minunciosamente pensado para ser o que ele é. E ninguém poderá falar em repetição de fórmula. Seu violão de nylon segue guiando as criações – agora com as cordas tencionando mais para a música brasileira. Mas há uma novidade sonora que não passará despercebida por ninguém: a incorporação de programações eletrônicas em boa parte do disco.
Cada vez mais interessado no hip hop de Chance The Rapper, Kendrick Lamar, Kanye West e, especialmente, Frank Ocean, Rubel procurou adicionar os ensinamentos dessa turma à sua música, ainda fortemente influenciada por Jorge Ben e Gilberto Gil, só para citar alguns mestres daqui. Auxiliado pela banda que levou Pearl para a estrada, ele passou quase um ano aprendendo a manipular uma MPC e realizando experimentos que iam de sintetizar batidas a recortar samples. “Pinguim” e a autobiográfica “Colégio” (escolhida para ganhar o primeiro clipe de Casas) atestam que valeu dedicar tanto tempo a essa busca.
A junção de MPB com elementos do rap é algo inédito em nosso cenário. Ao menos da maneira proposta por Rubel. As participações dos já citados MCs paulistanos Emicida (em “Mantra”) e Rincon Sapiência (em “Chiste”) não soam como meros featurings, mas sim como colaborações orgânicas. Com Rincon, dono do álbum mais badalado pela crítica em 2017, Rubel sentou à mesa, discutiu e criou “Chiste”, que estabelece um diálogo entre a dor e o riso. Já com Emicida o caminho escolhido foi o dos tambores de umbanda – e o rapper da Vila Nova Cachoeirinha anda craque em deitar rimas por cima de batuques. São Jorge, o homenageado de “Mantra”, certamente abençoou a parceria.
A influência do hip hop foi além da alquimia musical. Produtora e usina criativa de Emicida, a Laboratório Fantasma serviu como norte para Rubel fundar sua Dorileo. O cantor percebeu que seria mais coerente com sua trajetória independente até então montar o próprio selo. Um disco burilado de forma tão particular, costurado com esmero artesanal, não podia chegar ao mercado com qualquer amarra.
Com 14 faixas, Casas é entrecortado por introduções e vinhetas que reforçam a narrativa. Essa é outra diferença em relação ao breve Pearl – o que não quer dizer que o fã do primeiro álbum ficará frustrado com o recém-nascido. “Explodir”, por exemplo, traz Rubel ao violão, escudado apenas pelo violino do maestro Felipe Prazeres e pelo violoncelo de David Chew, em momento singelo que remete imediatamente ao disco de estreia. E quem prestigiou algum show da turnê de Pearl com certeza ouviu “Partilhar”, agora apresentada numa roupagem mais elegante do que aquela registrada no Sofar Sounds (é o vídeo mais assistido do projeto no Brasil, diga-se, já superando a marca de um milhão de visualizações).
Mas Casas é mesmo mais plural do que Pearl, não há como negar. “Casquinha” passeia pelo samba sem medo de sofrer ataques de talebambas. “Sapato” evoluiu de uma salsa torta para algo ainda mais difícil de se classificar. “Cachorro” carrega o hibridismo da melhor MPB produzida nos anos 70. E o desfecho é com “Santana”, único momento não autoral da jornada. A composição de Gustavo Rocha diz exatamente o que Rubel queria expressar quando a ouviu pela primeira vez.
Repetir algo já vivido nunca é uma boa ideia. A mágica não se repete. “O que se viu ficou para trás”, aponta o verso final de “Santana”. Casas é ambicioso fundamentalmente por colocar Rubel num novo lugar – e pode inspirar outras pessoas a singrar por mares nunca dantes navegados. É isso o que devemos esperar de um artista que não está aqui só de passagem.”
Show do músico Rubel


Categorias: Junho 2018
Tags: show
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