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Feira dos Países reúne mais de 10 mil trabalhos artesanais do mundo



Quando: até 29 de janeiro, das 14h às 22h
Onde: Av. dos Búzios, esquina com a Rua Algas - Jurerê Internacional
Quanto: Gratuito

A primeira edição da Feira dos Países está sendo realizada na avenida dos Búzios, na esquina com a Rua das Algas, em Jurerê Internacional, até o dia 29 de janeiro.

Com entrada gratuita, a Feira reúne 10 mil trabalhos artesanais de artistas de diversas partes do mundo como Turquia, Senegal, Peru, Egito, Índia, Paquistão, Indonésia, África do Sul, além de produtos da Ásia e da França. Representando o Brasil há expositores do Tocantins, Pará, Amazonas, Pernambuco, Rio Grande do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná.

De segunda a domingo, das 14 às 22h, os expositores estarão distribuídos em 28 stands numa arena de 500 metros quadrados montada exclusivamente para a Feira com banheiros e fáceis acesso e estacionamento na região.

Na Feira os visitantes poderão adquirir peças com valores entre R$ 5 e R$ 10 mil, uma janela ampla de opções que tem como objetivo proporcionar que mais pessoas possam ter acesso a trabalhos que raramente são encontrados no mercado formal brasileiro.

“Além de ser uma oportunidade para adquirir trabalhos diferenciados, a Feira proporciona um mergulho na cultura destes países, o que valoriza e estimula o interesse e admiração dos visitantes aos costumes e culturas diferentes”, destaca Maria de Lourdes Makowiecky, organizadora do evento, que lembra que conversar com os expositores sobre os produtos auxilia nessa aproximação cultural.

Estrangeiros

Ao entrar na feira, o visitante depara-se com a alegria de cores e o som do stand do Marrocos e Egito. Além dos doces com baixa quantidade de açúcar, o visitante tem acesso ao artesanato desses países e também roupas típicas, incluindo as de dança Árabe. Os visitantes também são convidados a degustar os doces e a experimentar o narguilé. Numa conversa com o expositor Mohames Hamoja é possível conhecer mais sobre o Egito, o encanto das pirâmides e sobre como são feitas as peças apresentadas na Feira. Um dos destaques, a lâmpada semelhante a do Aladim, que remete o visitante às lindas histórias infantis.

O Senegal é o país com maior presença na feira. Além das máscaras, pulseiras, anéis, turbantes, sapatilhas e túnicasdos stands de Mor, Amadou e de Mame Diarra, o renomado designer de joias Cheikh Ahmed Tidiane, apresentada suas joias em pérolas barrocas, que são de cultivo de sua família. Cheikh também apresenta joias em lápis-lazúli, rubis, esmeraldas entre outras pedras preciosas e semipreciosas, todas com design exclusivo.

Do Peru, além de observar os trabalhos feitos em tapeçaria e produzidos com lã de lhama, o público poderá conferir um delicado jogo de xadrez em madeira, bem como espelhos com molduras ricamente esculpidas em madeira. No stand da Indonésia, diversos produtos para decoração e uso diário como cestarias e jogos para mesa.

No stand da África do Sul, as roupas masculinas e femininas chamam a atenção pelo talhe e colorido dos tecidos. E por falar em tecidos, eles são o encantamento do stand da Índia. As peças em puro algodão e também em patchwork podem ser combinadas com a variedade de almofadas e objetos de decoração.

Do Paquistão são apresentadas joias com pedras como rubi, ônix e esmeraldas, finamente trabalhadas. Pulseiras, pingentes, colares e brincos dividem a opinião do público na hora de escolher o que levar e agradam em cheio as mulheres que se encantam com o brilho das peças.

As peças pintadas à mão vindas diretamente da Turquia são outros produtos que encantam os visitantes. O material pode ser utilizado tanto para decorar como podem ser usados para dar muita elegância em uma mesa na hora de servir o jantar.

Brasileiros

Entre os expositores brasileiros, o stand do Rio Grande do Sul apresenta uma variedade de vinhos e sucos de uva, além de promover uma degustação de produtos, com destaque para o salame de picanha e o queijo provolone recheado com salame.

Nos stands do Pará e do Amazonas, o visitante tem contato muito próximo com a cultura da região Norte do país. A fitoterapia desses estados, que tem grande influência indígena, além de artesanato local são um destaque a parte.
O capim dourado típico do Estado do Tocantins, trabalhado delicadamente pelo designer Max Mendonça, que comercializa seus trabalhos na Itália, também ocupa um dos stands que chamam a atenção na Feira pelo bom gosto do que é apresentado. Além da riqueza de detalhes, as semijoias têm acabamento folheado a ouro e em cristais Swarosvski. O artista plástico Alexandre Rodrigues, do Paraná, apresenta na Feira dos Países telas em óleo sobre tela.

De Pernambuco, a expositora Maria Ivoneide apresenta o requinte da rara e delicada renda Renascença. Um vestido de noiva que levou mais de um ano e meio para ficar pronto, além de aplicações desta arte em roupas diversas compõem o stand.
Feira dos Países reúne mais de 10 mil trabalhos artesanais do mundo


Categorias: Janeiro 2017
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