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Exposição 10ª Edição Strangloscope



Quando: de 8 a 13 de novembro
Onde: O Sítio Arte Educação Coworking
Endereço: Rua Francisca Luísa Vieira, 53 - Lagoa da Conceição
Quanto: Gratuito
Evento no FB: www.facebook.com/events/704202809777114

A 10ª edição da Strangloscope - Mostra Internacional de Audio, Vídeo, Filme e Performance Experimental ocorre de 8 a 13 de novembro, em Florianópolis, sob curadoria, idealização e realização do Duo Strangloscope (Cláudia Cárdenas & Rafael Schlichting). EVENTO GRATUITO.

Dia 8 de novembro, às 18h, O Sítio Arte Educação Coworking recebe Pré-abertura do evento junto com a abertura da exposição Strangloscope, que fica aberta à visitação gratuita nos dias 9, 10 e 13, das 17h às 21h.

Serão 4 telas exibindo, em looping, 4 programas de vídeo arte sob curadoria de convidados internacionais eleitos pelo Duo Strangloscope para participarem da Mostra, além de contar com a instalação “+2” , de André Parente & Katia Maciel.

No mesmo dia da abertura da exposição (8), às 19h30, acontecerá uma masterclass com André Parente & Katia Maciel, intitulada Cinema de Artista: da produção de filmes ao Cinema Expandido, e debate mediado por Raquel Stolf. A masterclass tem como objetivo analisar as principais tendências do cinema de artista no Brasil. GRATUITO. Inscrição obrigatória.

Artistas/curadores: André Parente & Katia Maciel, Alessandra Arnó, Margarita Stavraki, Joacélio Batista & Sávio Leite e Kisito Assangni.

Além dO Sítio Arte Educação Coworking, Strangloscope ocorrerá de 9 a 12 de novembro no Centro Integrado de Cultura (CIC), nos espaços do MIS/SC (Museu de Imagem e do Som de Santa Catarina), MASC (Museu de Arte de Santa Catarina) e Cinema do CIC. Serão quatro dias de intensa programação artística e cultural: exposições, projeções de filmes, performances sonoras e audiovisuais. As atividades são voltadas para artistas, professores, realizadores audiovisuais, estudantes de cinema e público interessado. A classificação é 14 anos e a entrada é gratuita.

Programação nO Sítio Arte Educação Coworking:

Dia 8/11:
18h - Pré-abertura e Abertura Exposição 10ª Strangloscope (visitação nos dias 9, 10 e 13, das 17h às 21h)
19h30 - Masterclass Cinema de Artista: da produção de filmes ao Cinema Expandido
com Andre Parente & Katia Maciel, Mediação: Raquel Stolf
Inscrições obrigatórias. Saiba mais e inscreva-se: bit.ly/10strangloscope

Dia 13/11:
19h - Exibição do Vídeo Making off da 10a edição da Strangloscope
DJ e festa de encerramento até as 22hs

Em virtude de um imprevisto ocorrido com o organizador do Festival, está cancelado o evento de encerramento da Exposição 10ª Edição Strangloscope, que estava programado para acontecer no dia 13/11 no O Sitio Arte Educação Coworking.

De 9 a 12 de novembro: Programação no CIC (confira no link)

Instalações:

“+2”, de André Parente & Katia Maciel – 2008
[vídeo instalação]
Um homem e uma mulher deitam sucessivamente até o final de um deck que avança sobre o mar.

Walden Street, de Duo Strangloscope – 2017
[vídeo instalação em 2 canais]
O vídeo é o meio perfeito para meditações melancólicas sobre o visível e o efêmero. Como passar por bons ou maus sonhos – uma jornada solitária através de um mundo em que as imagens reúnem o imaginário e o maravilhoso com todas as suas possíveis combinações. Um espaço nos limites da realidade, mas que inevitavelmente se refere à realidade. Natureza reconstituída por imagens?
Nós não queremos copiar a natureza, não queremos reproduzir, queremos produzir como uma planta produz um fruto.

Programas de Videoarte

Tela 1: Programa Visualcontainer, Curadoria de Alessandra Arnó
Troca de território: da terra à mente
Espaço e território sempre foram temas importantes para a humanidade, ligados ao corpo, ao passar do tempo e à memória. Estratificações de lugares e territórios se misturam com a noção pessoal de espaço e a percepção pessoal do território em si através de nossas histórias, memórias e impressões. O corpo mede espaço e a mente faz o mesmo, da visão global à complexidade, mapeamento mental pessoal, até a percepção das fronteiras naturais e o conceito de “movimento” tanto físico quanto mental, através de um mapeamento mais extenso de possíveis estratégias de adaptação. De lugares acariciados pela contemplação e vividos como espaços íntimos e habituais a outros espaços que se modificam e se tornam hostis. O território mental e o desejo de se misturar com este. O território que eventualmente se torna uma extensão de um corpo. A seleção apresentada pretende prover um mapeamento mais extenso das possíveis impressões que o território sugere, através da pesquisa visual de diversos artistas que experienciam as potencialidades formais e as diferentes linguagens de videoarte.

Weltanschauung – O mundo como vontade de representação
Matteo Pasin, 5’50”, 2016
Gaia – Sonia Laura Armaniaco, 3’50”, 2016
Migrations – Daniela di Maro, 5’13”, 2011
00:00:01:00 – Eleonora Roaro, 1’, 2016
Lapso de Vista (Lapse of View) – Barbara Brugola, 3’15”, 2012
Fique ou saia voando? (Stay or fly away?) – Maria Korporal, 50”, 2015
A imobilidade da árvore (The immobility of tree) – Patrizia Bonardi, 3’11’’, 2012
Exercício#49 (Exercise#49) – Enrico Bressan, 3’25”, 2010
Movo sonâmbula no mundo (Muovo sonnambula al mondo) – Armida Gandini, 2’,
2012
010 – Riccardo Muroni, 11’11”, 2015
Res Nullius – Cristobal Catalan, 3’46”, 2014
Temporário (Temporary) – Elisabetta di sopra, 5’, 2013

Tela 2: Video Art Miden, Curadoria de Margarita Stavraki
“Pensando ironicamente sobre o conceito de Territorialidades“
Como usar o espaço como forma de comunicar domínios territoriais ou ocupações?
Qual o impacto em nós e nos outros? Nesta seleção nós apresentamos uma série de diferentes leituras do espaço e das relações que se desenvolvem nele.
The Imaginative Space of Dance – Angela Mandilari, 3’35’’, Londres, 2003
“Vessels” – Panagiotis Voulgaris, 5’07’’, Grécia, 2012
Time Travel – Anna Vasof, 1’23’’, Grécia, 2017
Overexposed – Anna Vasof, 6’38”, Grécia, 2015
Superm’s diary-Chapter 03: You and I – Aggeliki Bozou, 4’35’’, Grécia, 2015
Aiming – Anna Vasof, 53’’, Grécia, 2015
The Multiself project – Athina Souli & Stavros Symeonidis, 2’23’’, Grécia, 2014
Bolsa de Arena (Bolsa de areia) – Marilia Chrysospathi, 2’06’’, Grécia / Uruguai, 2014

Tela 3: Timeline, Curadoria de Joacélio Batista & Sávio Leite
PÓS-DIGITAIS
Belo Horizonte é uma cidade emblemática no desenvolvimento da videoarte brasileira. Desde a década de 80, autores e obras se destacaram nacional e internacionalmente. Estamos já na quarta geração dessa produção que, de uma forma pontual, o TIMELINE – Festival Internacional de Videoarte vem mapeando essa nova safra. A cidade e todo o seu imaginário, suas histórias, suas contradições servem como espelho para novas imagens que povoam o repertório desses novos realizadores. A palavra e a grafia dessas palavras corroboram para reforçar a narrativa. Além da cidade, os afetos ainda continuam em alta. Cenas familiares, amigos e pessoas remetem ao cinema de Chantal Akermam (1950-2015), criando uma dimensão reflexiva usando o exterior para que essa relação se estabeleça num fluxo de tempo capturado através de lentes inquietas e fragmentadas. Essa escala mínima e doméstica revela e reforça a potência do cotidiano. Micro ações que sempre descobrem reverberações no macro da sociedade. E o que vemos é uma sociedade plural e diversificada. Uma auto interpretação coletiva. Essa geração, que já nasceu durante a década de 1990 e coincidentemente com a popularização das câmeras portáteis, já veio ao mundo com suas imagens retratadas pela narrativa de seus familiares, como se a câmera fosse uma extensão do corpo. Ela sabe usar essas imagens para recortar o que mais lhe chama a atenção, ao mesmo tempo que marca a passagem do tempo e tenta colocar uma ordem na forma caótica de reorganização.

Siso – Randolpho Lamonier, 2017, 3’20”, 2017
Procura-se clímax através de um binóculo – Jeannie Helleny, 1’, 2017
Um – Victor Galvão, 4’, 2017
De Frente para o Mar – Dayane Gomes, 4’04”, 2017
Todas as casas menos a minha – Julia Baumfield, 20 min, 2017
IMUS – Bruno Ivas, 4’, 2017
é saudade – Francisco Pereira, 2’12”, 2017
Eu, robô – Sara Não Tem Nome, 10’54”, 2017

Tela 4: Time is Love Screening, Curadoria de Kisito Assangni
TIME is Love.10 – International video art program
TIME is Love Screening (TEMPO é Amor) é um programa de videoarte viajante com o tema do amor em tempos difíceis.
S-map- Phone – Abdoul-Ganiou Dermani, 3’15’’, Togo, 2016
Teatro de Anatomia (Anatomy Theater) – Alessandro Amaducci, 4’30’’, Itália, 2012
Ecos de um Abraço Esquecido (Echoes of a Forgotten Embrace) – Apotropia, 4’, Itália, 2016
Fragmento de Memória (Fragment ed Memory) – Clara Aparicio Yoldi, 3’04’’, Espanha, 2013
Não há limite para seu amor (There is no limit to your love) – Clara Aparicio Yoldi, 4’, Espanha, 2016
O Dicionário Serial (The Dictionary Serial) – Joas Nebe – The ocean, 4’16’’, Alemanha, 2016
O Amor queima no medo (Love burns in fear) – Liliana Orbach, 10’39’’, Israel, 2011
O Prazer das Ruínas (The Pleasure of Ruins) – SN, 3’50’’, EUA, 2016
O Jogo (The Game) – Tahir Un, 2’55’’, Turquia, 2014
Não dura para sempre (It can’t Go Forever) – Zlatko Cosic, 3’30’’, Bósnia, 2016
Exposição 10ª Edição Strangloscope


Categorias: Novembro 2017
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