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Ceart Aberto à Comunidade edição especial pelos 110 anos da imigração japonesa no Brasil



Quando: 25 Agosto 2018, sábado, a partir das 9h
Onde: Centro de Artes (Ceart), Udesc
Endereço: Av. Madre Benvenuta, 1907 - Itacorubi
Quanto: Gratuito
Evento no FB: www.facebook.com/events/525456387906088

O Centro de Artes (Ceart) da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) abre suas portas novamente no próximo sábado, 25 de agosto, a partir das 9h, para uma série de atividades culturais gratuitas e abertas ao público.

Esta edição do “Ceart Aberto à Comunidade” terá programação especial pelos 110 anos da imigração japonesa no Brasil.

Oficinas, exposições e apresentações envolvendo a cultura japonesa estão na programação, como oficinas de origami, mangá, taiko, dança butoh e escrita do nome em japonês; festival de quimonos e exposição de máscaras folclóricas; feira gastronômica e de artesanato; apresentações de música com o instrumento de sopro shakuhachi e com taiko – instrumentos de percussão; entre outras atividades para crianças e adultos.

O evento ocorre pela terceira vez neste formato, oferecendo à comunidade catarinense ações de formação e difusão artística e cultural. Salas da Udesc Ceart também estarão disponíveis para estudos e ensaios.

O evento ocorre no último sábado de cada mês e é organizado pelo programa de extensão Ceart Vivo!, coordenado pela Direção de Extensão da Udesc Ceart.

A programação pelos 110 anos da imigração japonesa no Brasil continua com uma semana comemorativa de 27 a 30 de agosto, também no Centro de Artes (Ceart) da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), em Florianópolis.

Programação

Oficinas

Oficina de Origami | 13h30 às 16h
Sinopse: Origami é a arte de dobrar papel. Desenvolve concentração, percepção, paciência, coordenação, memória.
Público-alvo: Crianças a partir de 5 anos, jovens e adultos.
Vagas: Máximo 15 pessoas. Quando o participante terminar pode dar lugar à outra pessoa.
Horário: 13h30 às 16h.
Local: Entrada da Udesc Ceart.
Ministrantes: Guilherme Beraldo Pizza, Willian Clayton da Silva e Yuina Takase Baba.

Oficina “Escreva seu nome em Japonês” | 14h às 15h
Sinopse: Iochihiko Kaneoya estará à disposição do público para escrever o nome em japonês.
Público-alvo: Todos os interessados.
Horário: 14h às 15h (o horário pode ser ampliado conforme interesse do público).
Local: Hall do Bloco Amarelo da Udesc Ceart.
Ministrante: Iochihiko Kaneoya.

Oficina de Mangá | 14h às 16h
Sinopse: Mangá é o estilo moderno de desenho japonês usado em histórias em quadrinhos, ilustrações e animações. Nessa oficina você irá aprender alguns dos fundamentos para desenhar o corpo dos personagens.
Público-alvo: Crianças a partir de 7 anos, jovens e adultos.
Vagas: Máximo 15 - definido conforme disponibilidade de mesas e cadeiras. Quando o participante terminar pode dar lugar à outra pessoa.
Horário: 14h às 16h.
Local: Entrada da Udesc Ceart.
Ministrante: Saulo Satoshi Botomé.

Oficina “Taberna dos Heróis” | 14h às 16h
Sinopse: Recreação familiar e integração através de jogos modernos de tabuleiro.
Público-alvo: Toda a comunidade com ênfase dos 10 aos 45 anos.
Horário: 14h às 16h.
Local: Entrada da Udesc Ceart.
Ministrante: Fernando Artur Mariano.

Oficina de Taiko | 14h às 16h
Sinopse: Taiko é o tambor japonês. É um instrumento de percussão e está presente na história japonesa há pelo menos 1500 anos.
Público-alvo: Crianças a partir de 7 anos, jovens e adultos.
Vagas: 24.
Horário: 14h às 16h.
Local: Espaço 1 – Departamento de Artes Cênicas.
Ministrante: Shimadaiko - Grupo de Taiko da Associação Nipo-Catarinense, presente em Florianópolis desde 2005, expandindo a arte milenar de percussão japonesa.

Oficina “Roda de Dança Circular Sagrada” | 14h às 15h30
Sinopse: Em todas as tribos e em todas as épocas, a Dança Sagrada fez parte dos rituais de suas comunidades. O círculo, símbolo universal, tendo como centro muitas vezes o fogo ou objetos sagrados como talismãs e flores, representava o espaço da comunidade para celebrar rituais de passagem como nascimento, casamento, morte e outros momentos importantes da vida humana. O principal enfoque na Dança Circular Sagrada não é a técnica e sim o sentimento de união de grupo, o espírito comunitário que se instala a partir do momento em que todos, de mãos dadas, apoiam e auxiliam os companheiros. Assim, ela é indicada para pessoas de qualquer idade, auxiliando o indivíduo a tomar consciência de seu corpo físico, acalmar seu emocional, trabalhar sua concentração e memória e, principalmente, entrar em contato com uma linguagem simbólica, que embora acessível a qualquer um, não é utilizada no dia a dia.
Público-alvo: A partir dos 12 anos.
Necessidades para participantes: Roupas confortáveis.
Horário: 14h às 15h30.
Local: Teatro de Arena (DAC).
Ministrantes: Arivane Chiarelotto (servidora técnica da Udesc), Ignacio Bassi e Magna Machado.

Oficina de Furoshiki | 15h às 16h
Sinopse: Tradicional arte japonesa de embalar em tecido. Com o conceito do Mottainai - a cultura do não desperdício, a partir de 2010 esta tradicional arte japonesa toma força com a proposta de substituir sacolas plásticas e papel para embrulhar presentes.
Público-alvo: Crianças a partir de 12 anos, jovens e adultos.
Necessidades para participantes: Poderão trazer tecido quadrado de no mínimo 70x70 para confeccionar bolsas para poderem levar para casa. Somente para o aprendizado haverá material disponível.
Horário: 15h às 16h.
Local: Sala Básica 2 – Bloco Amarelo da Udesc Ceart.
Ministrante: Hisae Yagura Kaneoya.

Oficina de Dança Butoh | 16h às 18h
Sinopse: Flávia Coube irá propor a prática de alguns aspectos da dança Butoh. De origem japonesa, esta dança nasce da expressão de cada pessoa. A oficina é aberta a todos que têm interesse em práticas de dança e não requer experiência prévia.
Público-alvo: Qualquer pessoa interessada em dança-teatro.
Necessidades para participantes: Roupa confortável.
Vagas: 20
Horário: 16h às 18h.
Local: Sala Dança 2 – Departamento de Artes Cênicas.
Ministrante: Flávia Coube. Iniciou com expressão corporal com Renée Gumiel passando para o balé clássico aos 10 anos de idade com Yolanda Verdiere Ney de Rossi em São Paulo, onde pertenceu ao corpo de baile e tornou-se professora após ter feito curso para professores na escola do Canadá - National School of Dance. Começou a estudar dança contemporânea com Diana Gilardenghi e Zilá Muniz. Entre 2008 e 2015 se uniu ao grupo "Café Reason Butoh Dance Theater” em Oxford-Inglaterra onde apresentou solos e dançou como grupo atendendo diversos workshops com dançarinos de Butoh. Formou e participou do grupo "quando o meu avô era peixe” com as dançarinas Paola Esposito e Ana Barbour e o músico Malcom Atkins. De volta ao Brasil ofereceu workshops de Butoh em Florianópolis.

Oficina “Dramaturgia Incessante do EU” | 25 e 26 de agosto, 14h às 19h
Sinopse: A oficina propõe estudos de casos em que a dramaturgia de trabalhos dedicados às artes cênicas tem as vivências pessoais do sujeito como ponto de partida para a criação. Além disso, o encontro visa gerar reflexão sobre algumas das possibilidades de criação dramatúrgica na contemporaneidade, novos formatos para as narrativas, adaptações de obras e autores clássicos e não clássicos e o fluxo de consciência na cena. Esses estudos irão alimentar um banco de dados pessoal de cada participante que servirá de suporte para a criação própria.
Público-alvo: Todos os interessados no assunto.
Vagas: 15.
Data e horário: 25 e 26 de agosto, das 14h às 19h .
Local: Sala Teatro Educação – Departamento de Artes Cênicas
Ministrante: Leonarda Glück, atriz, dramaturga, performer, curadora e diretora teatral. Trabalha com a fusão entre linguagens artísticas, tais como teatro, dança, performance art, literatura, música, vídeo, artes visuais e cibernéticas, bem como com suas estreitas relações com o corpo e suas ressonâncias afetivas. É diretora teatral graduada pela Faculdade de Artes do Paraná (FAP).

Apresentações artísticas

Cerimônia do Chá | 16h
Sinopse: Prática zen, meditativa. Os primeiros praticantes foram monges que usavam o chá para disciplinar a mente. A partir do século 16, Sen O Rikyu aprimorou a arte constituindo-se o Chado - o Caminho do Chá - que se tornou uma expressão cultural tipicamente japonesa. Como Chado, Rikyu estabeleceu quatro princípios que norteiam a reunião da Cerimônia do Chá: wa, kei, sei, jaku, ou seja, harmonia, respeito, pureza e tranquilidade.
Público-alvo: Público em geral.
Horário: 16h.
Local: Hall do bloco amarelo (BAM).
Por: Teresa Sell e Marilene Pereira.

Apresentação de Taiko | 16h30
Sinopse: Shimadaiko é o grupo de Taiko presente em Florianópolis desde 2005, expandindo a arte milenar de percussão japonesa. Taiko é o tambor japonês, um instrumento de percussão que está presente na história japonesa há pelo menos 1500 anos.
Horário: 16h30.
Local: Espaço 1 – Departamento de Artes Cênicas.
Por: Shimadaiko - Grupo de Taiko da Associação Nipo-Catarinense.

Gaijin Shamisen - Fusão Cultural Brasil Japão
Sinopse: Neto de imigrantes japoneses, o músico Massashi Murahara redescobre o Shamisen, instrumento milenar que em outra época seus antepassados também tocaram. Nesta apresentação o músico interpretará composições próprias e improvisos, inspirados na fusão destas culturas tão distintas, a brasileira e a japonesa.
Horário: 17h.
Local: Hall do Bloco Amarelo (BAM) da Udesc Ceart.
Por: Massashi Murahara, músico paulistano, neto de imigrantes japoneses, radicado em Florianópolis desde 2013. Iniciou seu contato com a música e outras expressões artísticas aos 12 anos na Escola Municipal de Iniciação Artística (São Paulo). Estudou violino no Conservatório Souza Lima, também em São Paulo. Desenvolveu trabalhos solos de performances musicais-poéticas com o violino e em grupos de música popular. Também se apresentou como músico-sonoplasta em peças teatrais. Atualmente desenvolve experimentos com instrumentos musicais ancestrais.

Demonstração de Sumi-ê
Sinopse: Técnica de pintura em carvão surgida na China no século 2 da era cristã e posteriormente levado ao Japão, onde tornou-se mais difundida. A palavra tem raiz japonesa e significa pintura com tinta
Horário: 17h30.
Local: Hall do bloco amarelo (BAM) da Udesc Ceart.
Por: Nadir Ferrari.

Música para Shakuhachi
Sinopse: Luigi Antonio Irlandini interpreta no shakuhachi, flauta de bambu da tradição zen budista, peças do repertório honkyoku e sua obra Metagon.
Horário: 18h.
Local: Espaço 2 – Departamento de Artes Cênicas da Udesc Ceart.
Por: Luigi Antônio Irlandini, compositor carioca e musicista (piano e shakuhachi), é professor de música na Udesc desde 2010, onde ensina composição, harmonia, contraponto, análise, improvisação e música clássica indiana nos cursos de graduação e pós-graduação. Sua música tem sido apresentada no Brasil, Itália, Estados Unidos, Japão, Argentina, Holanda e Irlanda. Como pesquisador, Irlandini estuda temporalidades musicais circulares e espirais, e a dialética de conteúdos antigos e não-europeus nas poéticas composicionais dos séculos 20 e 21.

Feiras

Feira Gastronômica | 12h às 17h30
Participantes: Nipocultura; Jodi Imamura; Marcia Naomi Imamura; Devorei com Amor e Midori Kobashigawa de Barros
Sobre a feira: *Takoyaki - bolinho assado de polvo. Prato popular no Japão, é muito apreciado principalmente nas regiões de Kansai - Osaka em destaque, Kobe, Kyoto etc). *Korokke ou croquete japonês, de origem portuguesa muito popular no Japão. Trata-se de um bolinho frito feito de batata, carne, farinha e outros ingredientes. *Onigiri - Onigiri ou omusubi são bolinhos de arroz de formatos e recheios variados, envoltos ou não em alga (nori). Por serem fáceis de comer, são bastante populares no Japão.
Horário: 12h às 17h30.
Local: Deck da Udesc Ceart.

Feira de Artesanato | 12 às 17h30
Expositores: Marina Takase; Mimos e Fofuras da Mi; Daisuki Presentes; Dobrando Arte Origami; Conceito de Arte; Manganiac; Diego Fernandes.
Sobre a feira: Peças de cerâmica, bichos de feltro, bolsas, decorativos japonês, origami, artesanato em tecido e feltro, bottons, guloseimas; nigao-ê (caricaturas de mangá).
Horário: 12h às 17h30.
Local: Deck da Udesc Ceart.

Espaço Criança

Sinopse: Jogos, contação de histórias e muita arte e criatividade para crianças dos 5 aos 13 anos.
Público-alvo: Crianças dos 5 aos 13 anos (menores de 5 anos só podem participar acompanhados dos pais ou responsável).
Horário: 13h30 às 16h.
Local: Entrada da Udesc Ceart.
Coordenação: Programa de Extensão Life (Udesc Ceart) - Laboratório Interdisciplinar de Formação de Educadores.

Exposições

Shodo (Ideograma)
Expositores: Chizuru Shimizu e Iochihiko Kaneoya
Sobre a exposição: Caligrafia japonesa, geralmente escrita com o sumi (tinta preta) e um pincel sobre papel, utilizando caracteres japoneses ou chineses.
Sobre os expositores: Chizuru Shimizu - nascida em Gunma, no Japão, é formada em Alimentação e Nutrição, e tem larga experiência e conhecimento como divulgadora do quimono japonês tradicional. Possui certificações de reconhecimento como divulgadora e consultora em Kimono e de professora de Cerimônia do Chá e de Ikebana. Iochihiko Kaneoya - nascido em Tupi Paulista, São Paulo, é formado em Direito pela Universidade do Estado de São Paulo (USP). Pesquisador da cultura japonesa com foco na religiosidade do povo japonês, desde a infância tem contato com a escrita japonesa, iniciando a prática do shodo em 2010 no Ibaraki Kenjinkai em São Paulo.
Horário: 13h às 19h.
Local: Sala Básica 1 – Bloco Amarelo da Udesc Ceart.
Curadoria: Rosângela Cherem, Rafaela Martins, Milla Bioni Guerra e Carla Abraão.

Exposição Sumiê (Pintura em carvão)
Expositores: Nadir Ferrari; Telma Anita Piacentini e Teresa Adada Sell.
Sobre a exposição: Pintura em Carvão.
Sobre os expositores: Nadir Ferrari é artista visual com experiência em gravura, pintura e desenho, teve formação por meio de cursos teóricos e práticos e ateliês livres, no CIC, na Udesc e na UFSC (em Florianópolis) e na Escola de Belas Artes e no Ateliê do Thabor (em Rennes, França). Realizou diversas de exposições, coletivas e individuais, e pratica desde 2003 o Sumi-ê, pintura com nanquim e/ou aquarela utilizados em pinceladas únicas sem retoques ou esboços prévios. Desde 2015 ministra oficina de Sumi-ê no Festival Anual da Cultura Japonesa “Tanabata Matsuri”, a convite da Associação Nipo-Catarinense. Ministrou algumas oficinas de Sumi-ê em 2017 no Museu da Escola Catarinense. Teresa Adada Sell é formada em Licenciatura em Filosofia pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), tem especialização em Psicologia Educacional, Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Santo André, SP, e mestrado em Psicologia Social pela Universidade de São Paulo. É professora aposentada do Departamento de Psicologia da UFSC e professora de Tai chi chuan, Qigong e Cerimônia do Chá. Estuda Sumiê desde 2004 e já participou de exposições relacionadas à cultura japonesa.
Horário: 13h às 19h.
Local: Sala Básica 1 (BAM) da Udesc Ceart.
Curadoria: Rosângela Cherem, Rafaela Martins, Milla Bioni Guerra e Carla Abraão.

Exposição Ukiyo-ê (xilogravura)
Sobre a exposição: Ukiyo-ê - pinturas do mundo flutuante. São imagens do cotidiano registradas no papel pelo processo da xilogravura. Surgida no século 17 e originária dos centros urbanos de Edo (atual Tóquio), Osaka e Kyoto, esta manifestação artística reforça o conceito da efemeridade da vida. Em 1868, a Restauração Meiji abriu as portas do Japão para o resto do mundo e o ukiyo-ê foi gradativamente substituído pela fotografia. Contudo, enquanto sua popularidade caía na cultura japonesa, iniciou-se um movimento inverso chamado Japonisme. Este nome, de origem francesa, caracteriza um dos momentos no qual o ocidente, principalmente a Europa, foi influenciado pela arte japonesa. Importantes movimentos – cubismo, impressionismo e pós-impressionismo - e artistas – Vincent Van Gogh, Claude Monet, Edgar Degas e Mary Cassat – buscaram inspiração no ukiyo-ê.
Horário: 13h às 19h.
Local: Sala Básica 1 – Bloco Amarelo da Udesc Ceart.
Curadoria: Rosângela Cherem, Rafaela Martins, Milla Bioni Guerra e Carla Abraão.

Exposição Ás Margens
Expositora: Dirce Körbes
Sobre a exposição: A exposição é composta por sete telas. A temática aborda centros urbanos e suas atmosferas que convidam a refletir sobre a urbanização, o cotidiano e as aglomerações das cidades. “O título [Às Margens] faz referência ao sujeito que está à beira do caminho, da calçada das áreas urbanas, o que vive às margens da estrada, a cerca divisória das fronteiras, se refere aquilo que limita, os limites das condições mínimas da dignidade humana”, comenta a artista.
Horário: 13h às 19h.
Local: Hall da Reitoria.
Visita guiada: Haverá visita guiada na exposição promovida pelo projeto Família no Museu, ação do Programa de Extensão Life, das 14h às 16h.
Sobre a artista: Dirce Körbes, natural de Itapiranga/SC, é formada e pós-graduada em Artes Plásticas pelo Centro de Artes da Udesc em Florianópolis, onde reside. Realizou e participou de mostras individuais e coletivas em Florianópolis, Pernambuco, na Alemanha, Espanha, Holanda e Luxermburgo. Participou também do 3º Salon International d’ Art contemporain de Esch-sur-Alzette e da residência artística No Boundaries International Art Colony, na Carolina do Norte, nos Estados Unidos.

5º Festival de Kimonos
Expositores: Acervo do Nipocultura.
Sobre a exposição: Três kimonos de casamento - Irouchikake. Normalmente, um casamento tradicional xintoísta acontece em um templo xintoísta com a presença dos familiares e amigos mais próximos do casal. O traje da noiva é um quimono chamado Shiromuku e chapéus chamados Wataboshi e Tsunokakushi. Assim como no Brasil, o “branco” é considerado um símbolo da pureza pelos japoneses. O chapéu wataboshi é usado durante a cerimônia religiosa, enquanto que o tsunokakushi é usado durante a recepção de casamento (kekkonhirouen). As noivas também podem usar quimonos estampados com motivos florais, pinheiros, crisântemos, aves, carruagens ou grous, que simbolizam a fidelidade e longevidade. Esse quimono assemelha-se a um manto usado sobre um quimono branco e chama-se Irouchikake.
Horário: 13h às 19h.
Local: Hall do bloco amarelo da Udesc Ceart.
Curadoria: Alfredo Beirão.

Exposição “Máscaras do folclore japonês”
Expositores: Acervo Nipocultura
Sobre a exposição: Seis máscaras do folclore japonês geralmente utilizadas em artes cênicas.
Horário: 13h às 19h.
Local: Hall do bloco amarelo da Udesc Ceart.

Disponibilização de salas para estudos e ensaios

Para estudantes e comunidade externa, das 9h às 18h. Verificar salas disponíveis no dia do evento, no setor de protocolo-recepção da Udesc Ceart. A utilização de laboratórios é condicionada à presença do técnico específico. Para verificar a disponibilidade dos laboratórios, é necessário enviar previamente e-mail para ceartaberto@gmail.com. Esta solicitação será priorizada para a utilização dos laboratórios por grupos.

Confira o cartaz com a programação completa:



Ceart Aberto à Comunidade edição especial pelos 110 anos da imigração japonesa no Brasil


Categorias: Agosto 2018
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Exposições


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até 24 Setembro 2018 Inscrições para 2,1 mil vagas em cursos gratuitos de qualificação profissional
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